Câmara garantiu junto da APA a reabilitação do paredão e passadiço flutuante em Lanhelas

Obra de reabilitação do Paredão e Passadiço Flutuante avança num investimento superior a 153 mil euros
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A Câmara Municipal, em colaboração com a APA – Agência Portuguesa do Ambiente, vai proceder à reabilitação do paredão e passadiço flutuante na margem do rio Minho, na freguesia de Lanhelas, estando já a decorrer o respetivo procedimento concursal, para uma intervenção que vai custar mais de 153 mil euros. Sendo esta uma obra importante, mas não prevista na calendarização, foi possível sensibilizar a APA e conseguir uma comparticipação de 100 mil euros, formalizada através de protocolo.

Conforme sublinhou o Presidente da Câmara, Rui Lages, na última reunião do Executivo, o Município percebeu desde logo a importância da intervenção, tendo encetado diligências técnicas para chegar à melhor solução. O Município conseguiu também sensibilizar a APA e obter da parte desta instituição o financiamento de 100 mil euros. A verba não será suficiente, responsabilizando-se a Câmara pela parte restante, sabendo-se já que o investimento será um pouco superior aos 153 mil euros (144 998,00 mais IVA).

Todo o processo foi devidamente acautelado do ponto de vista técnico e material e foi também possível tranquilizar a Junta de Freguesia de Lanhelas e corresponder às solicitações da população, restabelecendo-se, através da obra, a segurança do paredão e do passadiço flutuante, mas também as condições de fruição e lazer, numa zona tão bonita do concelho.
A colaboração com a APA será formalizada através do “Protocolo de colaboração técnica e financeira para Reabilitação do Paredão e Passadiço Flutuante na Margem do Rio Minho – Lanhelas na Bacia Hidrográfica RH1 Minho e Lima”, já aprovado pelo Executivo.
Conforme se lê no documento, “a proximidade entre os níveis de decisão e de ação favorece um quadro de entendimento local que permite garantir a integração intersectorial, a compatibilização de interesses e conferir uma responsabilidade partilhada para a consecução de objetivos ambientais, segundo princípios de eficácia e eficiência económica, com a tomada de decisões atempadas e eficientes no âmbito da execução material dos projetos”.

A intervenção que será desenvolvida no paredão e ancoradouro prevê, nos termos do documento, a remoção de todo o material existente na zona do paredão desmoronado e transporte dos produtos sobrantes e não reutilizáveis a vazadouro, para posteriormente se proceder à execução de um novo paredão com caraterísticas idênticas ao anteriormente existente, numa extensão aproximada de 80 metros de comprimento e altura média de cerca de três metros.

A seguir, resolvido o problema do paredão, será feita a reconstrução do acesso pedonal, permitindo a circulação de pessoas e o usufruto da zona.