FESTIVAL DE VILAR DE MOUROS – THE CULT ENCERRAM O CARTAZ

FESTIVAL MAIS ANTIGO DA PENÍNSULA IBÉRICA
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Os britânicos THE CULT e os grupos portugueses TAPE JUNK e JAROJUPE completam o cartaz do festival de música de Vilar de Mouros, marcado para agosto na localidade minhota.

O festival decorrerá de 22 a 24 de agosto, com os The Cult a atuarem no primeiro dia, juntamente com os Tape Junk. Os Jarojupe, “a mais antiga banda de rock minhota”, tocam no último dia.

Estes três nomes juntam-se a um cartaz que integra, entre outros, Manic Street Preachers, Anna Calvi, The Offspring, Skunk Anansie, Linda Martini, Killing Joke, The Wedding Present, The Sisters Of Mercy, The House Of Love, Gang Of Four e Fischer-Z, repartidos por dois palcos.

Segundo a organização, no primeiro dia do festival atuará a Sociedade Musical Banda Lanhelense.

Este ano, a organização incluirá duas novas plataformas e melhores acessos para pessoas com mobilidade reduzida, e será ainda reforçada a disponibilização de bicicletas gratuitas, entre Caminha e o recinto do festival.

A nível ambiental, serão instaladas tendas feitas de cartão, haverá um sistema de reutilização das águas dos chuveiros para as sanitas, e será colocado um centro de compostagem e uma central de recolha de roupa, no centro de Caminha.

A área do recinto dos concertos será aumentada para os vinte mil metros quadrados e a zona de campismo será alargada para acolher mais mil tendas.

Fonte: mag.sapo.pt

The cult

THE CULT –  Atuam no dia 22 de agosto no Palco Principal


O único “culto” em que vão querer entrar é este, se não o tiverem já feito logo na década de 80, época em que a banda britânica começou a mostrar créditos que rapidamente os catapultariam para ícones de uma era em que o post-punk e o hard rock agitavam multidões – “She Sells Sanctuary” e “Love Removal Machine” são dois hinos que marcam uma geração.

Liderado pelo vocalista Ian Astbury e o guitarrista Billy Duffy, o grupo já passou por várias transformações (o que não os impediu de lançar 10 álbuns em 30 anos) e Portugal foi sempre um ponto-de-paragem obrigatório: estrearam-se por cá nos anos 90 e a última vez aconteceu em 2017. Uma história de amor que ganhará um novo capítulo em Vilar de Mouros em mais uma eléctrica e mística celebração rock.

Tape Junk

TAPE JUNK – Atuam no dia 22 de agosto 

João Correia é um homem que se farta de trabalhar, de colaborar, de cruzar-se com outras mentes criativas — nos Julie & The Carjackers ou nos They’re Heading West, por exemplo, projetos da mesma Pataca Discos que edita também Tape Junk. Esta é a sua aventura mais solitária.

No novíssimo Couch Pop, trabalho lançado digitalmente e numa cassete que faz todo o sentido tendo em conta a designação que Joca escolheu para nos apresentar estas suas canções divertidas, Tape Junk navega por sabores pop inspirados por Paul McCartney ou Sly Stone, por Harry Nilsson ou Shuggie Otis, canções com um balanço cheio de sol oferecido por caixas de ritmos, com pontuais sintetizadores a cargo de António Vasconcelos Dias (que, por exemplo, toca com Benjamim).

Serão essas canções, mais as que ofereceu ao mundo no seu álbum homónimo de 2015 ou na estreia, dois anos antes, com The Good and The Mean, que Joca/Tape Junk levará até Vilar de Mouros, dentro de uma mala carregada de boas referências e ainda melhores ideias.

Jarojupe

JAROJUPE – Atuam no dia 24 de agosto

A mais antiga banda de rock minhota”, escrevia a TVI24, em 2012, a propósito das três décadas de militância do grupo fundado pelos Irmãos Parente, que vai buscar as iniciais dos fundadores (JAime,ROsa, JUca e PEdro) para formar o seu nome.

Em 2018, e depois de vários lançamentos em diferentes formatos, os Jarojupe regressaram aos LPs com Crimson, uma nova amostra do seu poderio e a prova que o metal português continua vivo (e de boa saúde). Este ano, os vianenses vão tocar em “casa” no EDP Vilar de Mouros, mais um marco numa longa (e preenchida) carreira.