Intervenção dos Sapadores Florestais no concelho
abrangeu quase 40 hectares em menos de 10 meses

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Desde setembro/outubro do ano passado, a intervenção da equipa de Sapadores Florestais no concelho abrangeu quase 40 hectares, apesar dos limites que a pandemia também implicou nesta área, nos últimos tempos. Os números foram revelados pelo vice-presidente da Câmara, Guilherme Lagido Domingos, durante a reunião do Executivo realizada esta semana, em que também foi aprovado o Plano Operacional Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios, que agora passa a integrar o Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios.

Guilherme Lagido Domingos informou que, no âmbito do serviço público requerido pelo ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas foram intervencionados pela equipa de Sapadores Florestais, desde setembro/outubro de 2019 e até à data, cerca de 14 hectares em diversas áreas das uniões de freguesias de Venade e Azevedo (faixas de gestão de combustível de proteção a aglomerados), de Arga (faixas de gestão de combustível de proteção a aglomerados e caminhos) e de Gondar e Orbacém (faixas de gestão de combustível de proteção aos aglomerados).

Já no que respeita aos trabalhos do Município, quer os definidos no Plano de Atividades, quer os requeridos pelas Juntas de Freguesia, foram executadas ações em Vile (limpeza da zona envolvente aos pontos de água e limpeza do estradão que liga a Bulhente, desde a Capela de São Pedro de Varais), Vila Praia de Âncora (estradão de Bulhente até ao limite com Vile  e limpeza da zona envolvente ao ponto de água de Bulhente), Âncora (FGC e Área Empresarial da Gelfa), União de Freguesias de Moledo e Cristelo (limpeza da envolvente ao parque de merendas de Perrinchão) e Lanhelas (diversas áreas solicitadas pela Junta de Freguesia).

O total da área intervencionada no âmbito dos trabalhos do Município foi de cerca de 22 hectares. Entretanto está em curso a limpeza da Faixa de Gestão de Combustíveis da Área Empresarial da Gelfa, numa área total de 10 hectares.

No que se refere ao Plano Operacional Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (POM) recorde-se que é um elemento integrante do PMDFCI e deve ser atualizado e aprovado anualmente em sede de Comissão Municipal de Defesa da Floresta. No entanto, devido às restrições resultantes da pandemia de COVID-19, à data da publicação do Decreto-Lei nº20/2020 de 1 de maio ainda não tinha sido possível reunir a CMDF para aprovação do documento, pelo que o assunto foi agora levado a reunião do Executivo nos termos da lei.

Conforme explicou o vice-presidente da Câmara de Caminha, o novo documento atualiza contactos e meios disponíveis assim como a própria cartografia, incorporando já a zona florestal ardida em 2019.