MUSEU DE CAMINHA PROMOVE VISITA GUIADA À EXPOSIÇÃO CORPO, ABSTRAÇÃO E LINGUAGEM NA ARTE PORTUGUESA

Obras da Secretaria de Estado da cultura na coleção de Serralves Ambas as iniciativas decorrem sábado
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No âmbito da exposição “Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa” – obras da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) na Coleção de Serralves, o Museu Municipal de Caminha vai promover sábado, dia 7 de setembro, uma visita guiada e uma oficina destinada às famílias. No dia 20, vai decorrer uma formação para técnicos e professores. As inscrições já estão a decorrer.

A visita guiada à exposição terá lugar já no sábado, dia 7, a partir das 11H00, e dirige-se ao público em geral. A partir das 15H00, vai decorrer a oficina destinada às famílias. 

No dia 20 de setembro, decorrerá a formação dirigida aeducadores, professores (dos vários níveis de ensino) e técnicos de serviços educativos no sentido de lhes oferecer um enquadramento geral da exposição, assim como algumas ferramentas de mediação com os objetos expositivos que lhes permitam posteriormente conduzir, de modo autónomo, atividades educativas dirigidas a crianças, jovens e adultos.

Ambas as iniciativas carecem de inscrição e são gratuitas.  Esta atividades vão ser dinamizadas pelos serviços educativos do Museu de Serralves.


Recorda-se que a exposição “Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa” – obras da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) na Coleção de Serralves, está patente ao público até ao dia 20 de outubro.

“A exposição representa, por um lado, os primórdios da constituição da Coleção de Serralves e, por outro, uma perspetiva muito singular sobre a arte produzida em Portugal entre as décadas de 1960–80. As obras escolhidas atestam os diversos níveis de diálogo e confluência formais que os artistas portugueses souberam estabelecer entre si e com o contexto internacional a partir do pós-guerra. Uma das particularidades mais notáveis da arte portuguesa neste longo período de consolidação das práticas artísticas em Portugal foi a relativa indiferença ou o recurso instrumental aos aspetos mais conceptuais e performativos da arte, não obstante alguns artistas se terem dedicado a eles, como Graça Morais, António Palolo e José de Carvalho, ou até terem sido incontornáveis e essenciais em períodos específicos das carreiras de Alberto Carneiro, Ângelo de Sousa e Julião Sarmento. O que esta exposição procura verificar é o modo como a pintura e a escultura enquanto meios resultaram primordiais a todos estes artistas e às suas indagações artísticas e filosóficas”.

A exposição pode ser visitada de terça-feira a domingo das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 18H00 e a entrada é gratuita.